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Shah
PORT 204
20 de março
de 2007
Second Life: Uma bobagem enorme
Eu trouxe o artigo
sobre o jogo de Second Life porque eu achei tão esquisito esse programa e as
pessoas que passam tantas horas da sua vida fazendo negócio no mundo
virtual. Eu não sabia antes que algo
assim existia, mas é uma loucura que tem mais de um milhão de pessoas que
participam. Eu nunca seria parte de
Second Life, e eu não sei como é possível ter o tempo para duas vidas. É difícil ter somente uma vida organizada! Como podem ter duas?
Talvez tenha pessoas
que gostam de ganhar dinheiro e conhecer amigos em outro mundo porque para eles
a vida real é difícil ou chata, mas eu opino que a pessoa tem o poder de criar
uma vida que ela quiser. Não é necessário
deixar a vida real. Me parece que o
Second Life é atraente porque se tem a possibilidade de ganhar dinheiro real
num mundo virtual. Se para alguém o
Second Life é como um jogo, não é um jogo tão inútil como um vídeo game de
guerra ou de esporte. Entretanto, eu não
concordo que alguém possa ganhar dinheiro fazendo trabalho que não existe
exceto no mundo virtual. Isso é uma
loucura.
Nós falamos na aula e sempre
ouvimos nas notícias que as pessoas são mais gordas agora que antes e que nós
temos muitos problemas de diabetes, de coração, etc. Então como é bom o Second Life? É óbvio que não é saudável, mas é perigoso
porque corta a interação entre os seres humanos. Com o Second Life, não é preciso sair da
casa. Nossa sociedade funciona porque o ser
humano decide trabalhar e falar com outro ser humano. O que vai ser o último passo? É possível que um dia ninguém terá que sair
da casa porque tudo será motorizado, robotizado? Eu não gostaria de viver num mundo assim.
Minha opinão é um
pouquinho forte porque eu sou uma pessoa que não gosta de vídeo games tampouco. Eu detesto os vídeo games porque para mim são
uma das maneiras melhores de desperdiçar o tempo. Eu cresci sem jogar muito, e talvez seja por
isso que eu odeio tanto. Muitos amigos
meus sempre joga e podem jogar por cinco horas sem parar. É maluco e nesse tempo eles podem jogar lá fora
ou ver um filme interessante. Claro que
é uma preferência pessoal, porque eu gosto de ver a televisão ou um filme. Eu sei que para muitas pessoas, isso também
seria um vício tão mau como jogar os video games.
Apesar de tudo isso, eu
ainda acho que o Second Life é algo pior porque é sério. Não é totalmente um jogo. Temos que perguntar onde fica a linha entre o
mundo sério, verdadeiro e o mundo artificial, virtual. Merece perguntar se estão apagando essa
linha. Para mim é triste, porque não é
um perigo como o crime ou o terrorismo, mas é algo que pode tirar uma pessoa
que é parte da sociedade normal para o mundo da fantasía e sonho. E esse mundo deve ficar somente em nossos sonhos.